Como os vírus se manifestam
Manifestações visíveis da atividade dos vírus: mostrar mensagens, alterar ou deletar determinados tipos de arquivos, corromper a tabela de alocação, diminuir a performance do sistema ou até formatar o disco rígido.
A ação de um vírus pode iniciar a partir de eventos ou condições que seu criador pré-estipulou: atingir uma certa data, um número de vezes que um programa é rodado, um comando específico ser executado, etc.
Pode atingir um computador a partir de diferentes pontos todos previamente infectados: documentos, programas, disquetes, arquivos de sistema, etc. Arquivos executáveis ( __.exe. __.bat, __.com) são particularmente perigosos e deve-se evitar enviá-los ou recebê-los.
Após infectar o computador, eles podem passar a atacar outros arquivos. Se um destes arquivos infectados for transferido para outro computador, o vírus vai junto e, quando for executado irá contamina-lo.
Arquivos de dados, som (.wav, .mid), imagem (.bmp,.pcx, .gif, .jpg), vídeo (.avi, .mov) e os de texto que não contenham macros (.txt, .wri) podem ser abertos sem problemas.
Mas, tanto o download (cópia de programas, via http ou ftp) como o serviço de correio eletrônico (e-mail) possibilitam a entrada de arquivos no computador. Assim, a internet tornou-se um grande foco de disseminação de vírus, worms, trojans e outros programas, por facilitar em muito o envio e recepção de arquivos. Como um dos mais populares serviços da Internet é o correio eletrônico, o envio de programas invasores por mail é preocupante.
Como regra geral pode-se assumir que não se deve executar arquivos recebidos, especialmente os arquivos executáveis, mesmo que se conheça o remetente e que se tenha certeza que ele é cuidadoso e usa antivírus atualizado. Mas, na quase totalidade dos casos pode-se admitir que a simples recepção e a visualização de uma mensagem não contamina o computador receptor.